sexta-feira, março 14, 2008

vícios privados, públicas virtudes

A última donzela europeia
Não me sinto à vontade em discordar dos meus mestres mas por vezes tem de ser. O Pedro Mexia (ao qual sempre serei fiel) diz que "a vida sexual de um político não diz nada sobre a sua ética". Parece então que a separação entre público e o privado é o único hímen por romper deste lado do Atlântico. O europeu não tolera que o fornicador se arrependa. O americano não tolera que o arrependimento se fornique. Claro que existe um oceano de matéria para reflectir entre o que afirmo mas, ainda assim, opto pelo americano. Se em política as mentiras graves não forem assuntos de pi__otas e c__inhas serão assuntos do quê? (Cavaco, o outro)
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