segunda-feira, fevereiro 25, 2008

Reflexoes pessoais em torno da opressao socialista

A opressao socialista mais me parece um saco de odios, desamores e contratempos (politicos e nao so) do que propriamente um conceito taxonomico relevante. Pergunto-me se la podemos colocar Bush e Bin Laden, Alberto Joao Jardim e o Governo da Republica, Pinto da Costa e Luis Filipe Vieira, e, porque nao, Monteiro, Portas, Pires de Lima e Nogueira Pinto? Com tantas opressoes socialistas que andam por ai podia ser que se entendesem...

PS:A ausencia de sinais ortograficos, nao representa nem uma opcao estlistica (de duvidosissimo gosto), nem, tao pouco, uma vontade de reinventar a escrita em portugues (evidente que seria o pretensiosismo). Trata-se antes de um PC configurado para ingles, e nada mais!

11 Comments:

Blogger José Luís Malaquias said...

A «Opressão Socialista» não é mais do que um caso trivial de lógica circular:
* Arranja-se uma etiqueta como a da opressão socialista.
* Atribui-se a essa etiqueta tudo o que há de errado com a sociedade: corrupção, sociedade de consumo, capitalismo selvagem, perda de valores, estupidez.
* Conclui-se que o mal da sociedade reside todo na «Opressão Socialista»

Desde a União Soviética de Estaline que eu não via uma forma tão primária de ataque aos adversários políticos.

2/25/2008 6:49 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Caro Miguel e Caro ZL,

talvez a opressão socialista não signifique mais do que o domínio do pensamento único que nos aparta do essencial da vida e da política, contaminando toda a sociedade.
Se assim for, exemplos não faltarão, ainda que formalmente conotados com a direita.
Quanto ao particular, não posso concordar com todos os nomeados para a categoria.

Beijinhos aos dois e boa semana de trabalho,

Mafalda

2/25/2008 8:24 da manhã  
Blogger José Luís Malaquias said...

Cara Mafalda,
assusta-me um bocado a facilidade com que se usa expressões como «pensamento único», «opressão», «rapto», numa sociedade livre como a nossa. É que trivializa os pontos do globo em que essas expressões não são uma mera arma de arremesso político mas a dura realidade do quotidiano. Por mais que digam o contrário, estamos numa sociedade livre, estamos aqui todos a escrever, cada um com suas ideias e não temos de olhar por cima do ombro, não há presos políticos nesta Europa, ninguém é condenado pelas suas ideias.
Por isso, usem expressões como «consensos alargados» ou mesmo «consensos cegos», se quiserem, mas não lhes chamem «opressão» ou «pensamento único», porque é uma injustiça para quem realmente sofre desses males.

2/25/2008 8:43 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Caro ZL,

a invocação do pensamento único não visa atingir qualquer quadrante do pensamento político, sequer denunciar uma tentativa de rapto ou opressão por parte de quem quer que seja. Limita-se a constatar o predomínio de um tipo de racionalidade que foi forjada pelo iluminismo e ganhou foros de senhora toda poderosa e absoluta.

2/25/2008 9:07 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

O último comentário (9:07) era meu (Mafalda). Por lapso não assinei, nem enviei os devidos e exigíveis cumprimentos. A bem das boas relações com o nosso estimado esquerdalho.

2/25/2008 9:09 da manhã  
Blogger RICARDO PINHEIRO ALVES said...

ZL, a esquerda nunca teve pruridos com o uso das palavras. Basta ver, em portugal, quando o PSD esteve no poder, especialmente no tempo do Cavaco, as acusações de que é alvo pelos socialistas.

Mafalda, apesar de concordar com a sua explicação esclareço que a minha intenção é visar o "quadrante" esquerdo do sistema político. Só por uma questão de equilíbrio face ao que é costume na sociedade portuguesa.

2/25/2008 10:38 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Caro Ricardo,

bem sei. E concordo. Mas acrescento que do mesmo mal padecem muitos supostos direitistas. Chame-lhes agentes infiltrados se quiser. Mas que os há, há!

Cumprimentos,

Mafalda

2/25/2008 12:54 da tarde  
Anonymous rpa said...

È verdade.

2/25/2008 2:10 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

De facto, a «Opressão Socialista» não é mais do que um surto do socialismo - todo ele o mesmo - que se desenvolveu sobretudo desde a União Soviética de Estaline.
Suponho que não será necessário contar a história... É que toda a gente sabe, mas há uns quantos, muitos, que estão esquecidos, e outros, seguramente mais, que são teimosos.
Tal opressão grassa e existe em inúmeros cantos, maiores ou menores, do planeta. Está à vista que se instala, em particular, onde há mais miséria, ou antes, a pior miséria.
Começou na Rússia e expandiu-se por onde havia - e há - mais fome, como na China. O espaço é curto, mas não me eximo de referir toda a Ásia, grande parte da África e agora, cada vez mais a América do Sul de que Cuba é um expoente.
Pondo as coisas mais claras, o socialismo está associado à prostituição, à mais reles, se tal é possível diferençar.
Como, aliás, singra a par da corrupção - da mais baixa à de colarinho branco.
Escreve o Malaquias que ...Atribui-se a essa etiqueta tudo o que há de errado com a sociedade: corrupção, sociedade de consumo, capitalismo selvagem, perda de valores, estupidez. Pois é. Essa é a mais pura verdade.
A questão dos adversários políticos que o Malaquias aponta é, também, a forma como a esquerda ataca quem os contraria.
Até que demonstre o contrário - mas falta-lhe mioleira, estudo e, especialmente, razão - a esquerda nasceu e desenvolveu-se para condenar e subjugar o homem aos piores sofrimentos, para criar, para si, as condições de que precisa para instalar o seu aparelho. Ou seja, a esquerda no topo - a nova classe sossial, os funcionários (carreiristas sempre muito atentos) e as classes trabalhadoras, essas sempre exploradas e cuja vida não conta. O tal aparelho está-se nas tintas e os pobres diabos que se amanhem.
Não tenho palavras para qualificar toda essa gentinha que não vale a ralé.
Porém, não terei dúvidas em pôr os nomes aos bois e expô-los na praça pública, onde me agradaria vê-los justiçados.
(Com pontinho.)
.

2/26/2008 7:27 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Erro: queria escrever xoxial e não sossial... talvez estivesse a pensar nos sociolistas...

hehehehe

(Com pontinho.)
.

2/26/2008 7:33 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Miguel Cortez Pimentel

O PC aceita facilmente qualquer configuração. Se não sabe, os técnicos fazem.
O teclado, para ter as teclas visíveis, custa cerca de 5 euros - aqui custa £5.
Eu, por comodidade, uso os dois que ligo quando quero.
Assim posso dizer sem chatice que alguém foi a caça...

(Com pontinho.)
.

2/26/2008 7:40 da manhã  

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