sexta-feira, junho 29, 2007

Família Real Portuguesa

Homenagem aos "legitimistas" que habitam nesta casa.

19 Comments:

Blogger Jorge Ferreira Lima said...

Declaro por este meio que, apesar de «habitante desta casa», não sou monárquico, e que a possibilidade de este senhor, posto que excelente pessoa, segundo julgo saber, um dia presidir aos destinos da Nação constitui o maior óbice a que um dia eu o possa ser - monárquico. Mais declaro que isso não se deve a uma embirração formal com a aparência visual do senhor, tal como documentada neste vídeo, mas ao que fui ouvindo sair da sua boca ao longo dos anos.

Paço de Arcos, 29 de Junho de 2007

6/29/2007 1:27 da tarde  
Blogger Jorge Ferreira Lima said...

Adenda:
Ou, se quiserem, ao que não lhe fui ouvindo dizer.

6/29/2007 1:28 da tarde  
Blogger Zé Maria Duque said...

Caro Rui, espero que este vídeo seja prenúncio de uma "conversão"...

Qualquer dia vêmo-lo a deixar um vídeo do Sporting por aqui!

6/29/2007 1:31 da tarde  
Blogger Jorge Ferreira Lima said...

E mais uma: o que realmente me impede de aderir à ideia de Monarquia - cujo mérito fundamental, seria, reconheço-o, embora apenas termos ideais: 1) representar de facto toda a Nação 2) dar estabilidade ao sistema político,
é o facto de a Monarquia não assegurar o mérito pessoal na escolha do Chefe de Estado.
Para ser ainda mais claro: em Espanha, eu seria Monárquico, mas apenas em vida do actual Monarca, D. Juan Carlos, pelas provas dadas na defesa da democracia, contra o golpista Tejero de Molina. Mas quantas vezes se dá um tal evento histórico, em que um homem se revela, além de Homem, digno de ser Rei?

6/29/2007 2:15 da tarde  
Blogger L. Rodrigues said...

A letra normalmente associada àquela música (para não dizer "aquela canção")não tem uns "avantes" pelo meio?

6/29/2007 4:48 da tarde  
Blogger José Luís Malaquias said...

Não, a música é a Maria da Fonte.
O PS e o PCP gostam dela mas já vem do tempo dos Cabrais.

6/29/2007 4:57 da tarde  
Blogger Nuno Pombo said...

Eu, pelo contrário, sou Monárquico.
Tal não se deve, porém, a quaisquer méritos do actual Duque de Bragança.
Seria Monárquico antes dele ser o Chefe da Casa Real, sou-o agora e sê-lo-ei depois dele fechar os olhos (se partir antes de mim). O monarquismo está para além das pessoas. É esse o seu principal trunfo.

6/29/2007 5:48 da tarde  
Blogger L. Rodrigues said...

Caro Nuno Pombo,
Diria que essa é a sua principal falha.

Caro José Luis,
Precisamente, a "Maria da fonte":
"E avante! Portugueses! E avante sem temer. Pela pátria lusitana, triunfar ou perecer."
Se não estou em erro.

Ora sabendo como certas palavras fazem alergia a algumas pessoas, como "trabalhador" "Colectivo" ou "classe", pensei que "avante" também. Pelos vistos, não.

6/29/2007 5:57 da tarde  
Blogger Nuno Pombo said...

Caro L. Rodrigues,
Houve palavras que a imundície marxista para sempre conspurcou. Avante, não.

6/29/2007 7:21 da tarde  
Blogger José Luís Malaquias said...

Sim, nesse aspecto, temos de ter solidariedade com o Nuno, que nem pode dizer que o clube dele é o vermelho. Tem de dizer que é o encarnado...

6/30/2007 1:14 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

«Monarquia não assegurar o mérito pessoal na escolha do Chefe de Estado»

Quem disse???!

Na Dinamarca, após o falecimento do monarca, é o parlamento que aceita (ou não) o primogénito como herdeiro. O Rei é escolhido!

O óbice de Jorge Lima é destituido de fundamento!

6/30/2007 1:35 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Porque se diz tanta idiotice àcerca de assuntos tão sérios?
Porquê denegrir tanto a História de Portugal?
Porquê aceitar um Juan Carlos que, a bem ou a mal, vai aguentando um sistema que tem como objectivo acabar com a monarquia e instalar uma esquerda caduca - assunto que é de Espanha e não nosso?
Porque será que não se apresenta um post capaz, em vez de idiotices de gente imprópria - ou o "artista" é impoluto? -, a proporcionar comentários imbecis.

6/30/2007 7:32 da manhã  
Blogger João Távora said...

Viva Portugal. Viva a restauração!

6/30/2007 1:18 da tarde  
Blogger José Luís Malaquias said...

O raciocínio de Libertas é, no mínimo, tendencioso.
Primeiro, puxa um exemplo, o da Dinamarca, e faz com que seja representativo de todas as monarquias do mundo. Uma andorinha não faz a primavera e a monarquia dinamarquesa não representa a generalidade das monarquias onde não existe esse escrutínio à figura do rei.
Segundo, o rei não é "escolhido", pois ter a possibilidade de confirmar não é a mesma coisa do que escolher.
Terceiro, a pressão institucional para escolher o rei que segue a linha natural de sucessão é de tal forma grande que a confirmação dificilmente será mais do que um pro forma, a menos que o pretendente sofra de uma tal incompetência flagrante ou condição médica mental, o parlamento o escolherá sempre.
Já agora, tenho curiosidade de saber o que pensam os leitores monárquicos deste blogue da sucessão dinástica de Kim Jong Il, na Coreia do Norte e de Bashar al-Assad na Síria. Também foram educados, desde pequenos, para suceder no comando dos regimes autocráticos de seus pais. Isso significa que foram a melhor escolha desses países para assumirem a posição de chefe de estado?

6/30/2007 5:15 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

«confirmar não é a mesma coisa do que escolher»
Respondo: creio que estamos com um jogo de palavras. Então se o parlamento da livre Dinamarca não confirmar, teremos ou não de escolher outro candidato a Rei?

«tenho curiosidade de saber o que pensam da sucessão dinástica de Kim Jong Il, na Coreia do Norte e de Bashar al-Assad na Síria»
Respondo: um Rei não governa. Um Rei reina. Neste países os chefes de estado governam (e em ditadura).

A Monarquia tem uma evidente superioridade moral sobre a República. Na República o chefe de estado representa quem nele votou. O presidente da república é um títere dos partidos políticos: precisou de algum partido do sistema para se alcandorar ao poder e será sempre visto como representante do seus eleitores. Em circunstância alguma representará a Nação. Um Rei é um símbolo da Nação, representando os seus valores perenes.

7/01/2007 12:01 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

libertas disse... at 7/01/2007 12:01 AM

Se calhar, o autor da "posta" não entendeu...
Não nos podemos esquecer que a burrice é muita.

7/01/2007 5:54 da manhã  
Blogger t.tavares.castro said...

Viva a anarquia!

7/01/2007 8:07 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Acho espantosa a lata de uns quantos cabotinos que se atrevem a denegrir famílias sem o menor conhecimento de quem pretendem atingir.
Sendo ou não monárquico, não há necessidade de ofender a dignidade das pessoas ou, então, terão de aceitar o que os outros possam dizer deles.
Quem escreveu esta trampa assinou "Rui Castro". Será que a família dele é abjecta? Se o autor não é monárquico, tenho o direito de o ofender?
Mas em que merda de País isto se pode passar?
Infelizmente, passa-se em Portugal.
Quem é o idiota que se propõe corrigir um visitante do blog e comentador a dizer (escrever) que o seu raciocínio é, no mínimo, tendencioso? Será alguma ave rara, conhecedora de tudo e com poder de cátedra?
Pelo que escreve parece um ignorante chapado.
Isto já chateia e seria melhor que tivessem tento no juízo.

7/02/2007 7:37 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Parece que a gajada foi para casa tratar dos muitos problemas familiares.
Ainda bem.

7/05/2007 7:13 da manhã  

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