terça-feira, março 21, 2006

A tese do Dr. Nuno Ramos de Almeida em fotos

Nesta fotografia é claro que os estudantes pretendem unicamente dialogar com a polícia e, para o efeito, decidem levar mais umas cadeiras para a sala de reuniões onde pretendiam conversar.

Já aqui também parece evidente que os jovens estudantes, numa atitude visivelmente pacifista, decidem fazer uma fogueira para aquecer as mãos.

Aqui aparece um polícia malandro, depois de agredir estudantes indefesos à bastonada, a fingir que está ferido para não ser castigado pelas chefias.

Mais outro polícia fascista, disfarçado de jovem, a incendiar uma viatura de um facho qualquer, para dar a ideia de que os jovens estudantes usaram da violência e da destruição para exteriorizar a sua indignação perante uma lei injusta.

Mais uns voluntários que quiseram ajudar a polícia, uma vez que estava muito escuro, de forma a que os senhores agentes não se perdessem na noite escura e fria.

Por fim, temos esta fotografia em que se vê claramente alguns estudantes numa atitude conciliadora a tentar chegar à fala com a polícia, a qual, numa atitude incompreensível agride selvaticamente os coitados dos manifestantes que apanham cacetada à grande e à francesa sem reagir.

Em jeito de conclusão, temos pois uma cabala montada pela comunicação social que pretende escamutear a verdade, ignorando a violência exercida por uma polícia que evidencia tiques pidescos em face de manifestações pacíficas. É uma vergonha. Os jovens, qual Maio de 68 e Abril de 74, reagiram de forma civilizada contra uma lei que pretende instituir a escravatura e foram barbaramente agredidos sem dó nem piedade. Haja muitos como o Dr. Nuno Ramos de Almeida (Director do jornal do BE) que a verdade há-de ser conhecida.

11 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Fascista! Fascista! Fascista! Fascista! Fascista! Fascista! Fascista! Fascista! Fascista!

3/21/2006 5:48 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Uma reportagem fotográfica muito elucidativa do que REALMENTE se passa em França,que não deixa margens a dúvidas sobre quem ataca quem.

3/21/2006 8:09 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

É curioso como esta maralha direitista, neo-liberal e ultra-conservadora, gosta de baralhar as coisas. Toman um punhado de arruaceiros e com eles tentando abafar o legítimo protesto de MAIS DE MILHÃO E MEIO DE PESSOAS!

O totalitarismo neo-liberal espalha-se como o nazi-fascismo de outrora. Acabará da mesma forma, só espero que não arraste com ele a Europa.

3/21/2006 8:15 da tarde  
Blogger MSN said...

"É curioso como esta maralha direitista, neo-liberal e ultra-conservadora, gosta de baralhar as coisas."

Uma bonita frase!

3/21/2006 9:02 da tarde  
Blogger Bart Simpson said...

e não assumem o que defendem: o desemprego.
será o CPE a solução? não!

3/21/2006 9:04 da tarde  
Blogger MSN said...

A maior vantagem do CPE é a possibilidade que dá aos jovens, que se querem esforçar, de ocupar o lugar daqueles que não querem trabalhar.

3/21/2006 9:55 da tarde  
Blogger Bart Simpson said...

ó msn, que tão parco argumento...
e falam vocês da demagogia barata!

3/21/2006 10:56 da tarde  
Anonymous Anónimo said...

Em suma, o que o msn quer dizer é "Arbeit macht frei".
Tá bem, abelha.

3/22/2006 6:50 da manhã  
Blogger Rui Castro said...

Quanto ao anónimo nem vale a pena perder muito tempo. Sugiro apenas que saia do armário e que se assuma.

Quanto ao camarada Bart (espero que não tenhas exagerado nos copos no outro dia!): se quem anda a protestar ou a alinhar nos protestos contra o cpe conhecesse as legislações laborais de países como França, Portugal e outros (todos com taxas de desemprego elevadíssimas; só em França diziam ontem na tsf que há mais de 20% de desempregados na classe etária mais jovem) perceberiam que um dos motivos para tão altas taxas de desemprego reside efectivamente na rigidez das normas que regulam os contratos de trabalho. Mais, são legislações "revolucionárias" que premeiam a antiguidade e os direitos adquiridos, ignorando pura e simplesmente o mérito e as qualidades dos trabalhadores. Como é evidente esta situação prejudica os mais novos (ou os mais velhos que se vêem desempregados) pois não têm oportunidade de mostrar o que valem, uma vez que os lugares estão ocupados (de forma quase vitalícia) por aqueles contratados há mais tempo e que não podem ser despedidos ainda que produzam pouco. Se o meu amigo acha demagógico o que aqui se diz está, obviamente, no seu direito, mas também é revelador de um problema que afecta muita gente por aí, como por exemplo os aspirinas e afins.

3/22/2006 10:01 da manhã  
Anonymous Anónimo said...

Vou só dar um exemplo prático da injustiça das leis laborais, para a qual peço aos comentadores da ala de esquerda que se pronunciem:
Como fascista e neo-liberal quer sou, tenho um pequeno pronto-a-comer que já criou seis empregos desde que foi criado há 8 meses. Como otário que sou, decidi fazer as coisas de forma diferente e decidi contratar todos os trabalhadores com contratos sem termo (efectivos) porque são postos de trabalho que acredito que são para manter. Não fiz, como toda a gente faz, contratos de 6 meses porque achei que devia ser diferente (para melhor...). Claro está que uma das pessoas que contratei do Centro de Emprego (e que viva do subsídio de desemprego) mal passou o prazo para poder voltar para a chuchadeira, arranjou maneira de ser despedida! Mas como "não se pode despedir pessoas em Portugal", lá foi o bom do otário ter que pagar 3 salários para a Sra. poder voltar para a chuchadeira.
Moral da história: Pode parecer neo-liberalismo mas as leis do trabalho como estão não funcionam. De facto, quem for bom empregado nunca vai para a rua (a menos que não haja viabilidade no seu poso de trabalho). Como estão as coisas, quem é mau trabalhador, continua empregado.
O desemprego em Portugal é baixo por causa destes impedimentos legais que nos impedem de ter um verdadeiro mercado do trabalho que compense os trabalhadores e puna os calões!

3/22/2006 10:25 da manhã  
Blogger Rui Castro said...

Nem mais godfather nem mais. O problema é que esta malta de esquerda que quer manter as coisas como estão devem ser na sua maioria esses calões de que falas e querem continuar com a mama. Há quem os apelide de chulos. Eu não vou tão longe para não me acusarem de ultra-liberal e neo-conservador como fizeram outro dia no aspirinas.

3/22/2006 11:12 da manhã  

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